3o. Encontro Sobre Laptops na Educação

setembro 16, 2010 em Educação, Redes Sociais, WEB2.0

Participei, na última 3ª feira, do 3o. Encontro Sobre Laptops na Educação. Adorei estar presente ouvindo as experiências da OLPC e do Projeto Uca, que estão acontecendo aqui no Brasil e no mundo com os laptops.

Tive o meu momento tiete, quando vi da Dra Léa Fagundes e não resisti a dar-lhe bom dia e dizer que era muito bom vê-la, como se a conhecesse!  Bacana trocar algumas palavras com o professor Nelson Pretto, rever a a Lilian Starobinas e a Cybele Meyer. Emocionante conhecer a Denise Villardo que admiro há tempo, que nunca havia encontrado!

Mas comecei a escrever esse post com uma outra intenção: relatar uma experiência e tanto com o uso das TICs e que aconteceu durante o encontro. Tudo começou na lista dos Blogs Educativos com uma mensagem do professor Wilson Azevedo perguntando quem estaria presente ao evento e que poderia "tuitar" o que acontecia para que ele reunisse todos os "pios" em um documento no GoogleDocs.  Quem respondeu, logo foi convidado para participar do documento colaborativo e ficou combinado que usaríamos a tag #esle no Twitter. Assim que o evento começou, abri o twitter e comecei a tuittar.

Primeiro problema: sou do tempo de ir para congressos com caderno e caneta,  fazer as minhas anotações abreviando as palavras de um jeito que talvez só eu entendo depois. Segundo problema: escrevia e na hora de enviar… opa! tinha ultrapassado os 140 caracteres! Tratava, então, de  resumir o que havia escrito. Terceiro problema: enquanto resumia, perdia o fio da meada do que estava sendo dito. É bem provável que os jovens que passarem pelo post, morram de rir dessa minha dificuldade! Afinal, para eles deve ser algo natural… mas para quem nasceu antes do tempo em que ter uma televisão e telefone em casa é algo natural, convenhamos, que até que não faço feio! Ou faço?

Resolvi, então, que iria abrir um documento para fazer as minhas anotações. Pouco depois, comecei a achar que era tudo muito sem graça: havia tanta gente interessada no evento, querendo saber o que era relatado ali e eu guardava o que ouvia dentro do meu netbook. Me coloquei no lugar dessas pessoas. Me lembrei de tantos eventos que acompanhei via twitter e que me deixavam curiosa, querendo saber o que aconteceu depois de determinada "fala"!

Foi ai que resolvi "invadir" o documento criado pelo professor Wilson. O máximo que poderia me acontecer, seria levar um bom puxão de orelhas dele!  Passei a fazer as minha anotações por lá e, assim que percebi que ele ia fazendo as correções na acentuação, completando as minhas palavras abreviadas, deixei de me preocupar até com as letras maiúsculas no início das frases!

O documento é esse e a "invasão" aconteceu no relato de Felipe Rodriguez (Peru):

 

Resumindo a ópera: como não se cansa de dizer o meu amigo Sergio Lima, menos muitas vezes é mais!

Em tempo, para o dia ter sido absolutamente perfeito, só faltou a Fátima Franco estar presente e poder apresentar o seu trabalho, Alfabetização e Letramentos Digitais de Educadores!

Deixo aqui o meu super agradecimento ao professor Wilson Azevedo pela oportunidade de participar do evento! E, claro, ao meu chefe, Manoel Dantas, pela liberação para participar do encontro e pelo 3G do Clickideia!

Contador de Mídias Sociais

junho 21, 2010 em Educação, Fredric M. Litto, Redes Sociais

O educador espanhol Fernando Santamaria escreveu no post, que traduzi aqui no blog, "O tsumani da informação" (post original: "El "tsunami" de la ecologí­a informacional"):

"Com estes dados (no final, dados) podemos inferir que saber navegar neste mar de dados é algo fundamental para a competência educativa de gerenciar a informação, estruturá-la, sintetizá-la e abstraí­-la até o plano de conhecimento. Um desafio importante nesses tempos que vivemos."

Me lembrei do post quando encontrei, no Teach 42, esse contador de mídias sociais criado por Gary Hayes.

São apenas dados, mas sem dúvida mostram o que Frederic Litto chama de cultura de abundância no excelente artigo "A Nova Ecologia do Conhecimento: Conteúdo Aberto, Aprendizagem e Desenvolvimento":

A questão é: em que paradigma você está? Na cultura de escassez herdada do passado, dentro da qual todo mundo acreditava que as coisas realmente boas sempre vem em quantidades pequenas (como ouro, diamantes, inteligência, e acesso ao conhecimento, freqüentemente contido em livros raros), disponíveis apenas para os mais ricos ou os estudiosos; ou na cultura de abundância, na qual reconhecemos que a sociedade é rica em objetos e manifestações culturais, técnicas e científicas (leia-se: informação e conhecimento) e que o ato de disponibilizar amplamente acesso a todo esse acervo complexo e dinâmico é, por um lado, uma questão de justiça, e por outro, uma garantia maior de que as grandes decisões no futuro serão tomadas baseados em compreensão bem informada?


Alternativas para o Ning (2)

abril 20, 2010 em Redes Sociais

Ainda sobre outros serviços para a criação de redes sociais, encontrei, no blog Educativa, no post ¿Qué red social elegir para la educación?, uma planilha com as diversas opções que estão sendo avaliadas pelo educador espanhol Juan José de Haro.

logossredessociaisEntre as opções que vão sendo melhor avaliadas estão duas que eu ainda não havia testado:

1. mixxt: possível escolher layout para o site da comunidade, incluir eventos, fóruns de discussão, vídeos, bancos de imagens, músicas e criar grupos. Cada membro pode ter o seu blog e a comunidade pode ter um wiki dentro do ambiente. A idade mínima para se inscrever é 12 anos. Podemos traduzir os títulos das páginas. Confira meu teste: Informática educacional no mixxt

2. spruz: possível escolher layout para o site da comunidade, incluir eventos, lista de links, fóruns de discussão, vídeos, bancos de imagens e criar grupos. Cada membro pode ter o seu blog e há a opção de se incluir um chat na comunidade.  A idade mínima para se inscrever é 13 anos.  Podemos traduzir os títulos das páginas, mas nessa tarefa há o problema de acentuação que pode ser contornado usando-se os caracteres especiais em html (veja a tabela de Acentuação e Caracteres Especiais em HTML ). Meu teste está em  Informática educacional no spruz


Opções não faltam. Mas é preciso ter sempre em mente quais são os objetivos que se tem na hora de escolher!


 Atualização em 24/04/2010:

O Sérgio Lima escreveu um excelente post, 3 lições que os professores podem aprender com o NING. Concordo em "gênero, número e grau" com cada uma das lições que o Sérgio aponta no post!


 

Alternativas para o Ning

abril 19, 2010 em Redes Sociais

O comunicado que do Ning, avisando que vai encerrar o serviço gratuito para a criação de redes sociais, foi uma péssima notícia para os educadores que utilizavam o recurso em seus projetos. Há diversos serviços que podem vir a ser boas alternativas para o Ning. Deixo aqui algumas indicações e links para o que criei e sintam-se todos à vontade para se inscrever, usar e explorar a possibilidades.

Redes SociaisSocialGO: possível escolher layout para o site da comunidade, incluir eventos, fóruns de discussão, vídeos, músicas. Cada membro pode ter o seu blog. Achei muito parecido com o Ning. Informática Educacional no SocialGO

WackWall: possível customizar as cores do site da comunidade, incluir eventos, fóruns de discussão, vídeos, músicas. Informática Educacional no WackWall

Grouply: é possível personalizar o site da comunidade, incluir eventos, fóruns de discussão, vídeos, músicas e gera feed da atividade no grupo. Os administradores de grupos de discussão hospedados no Yahoo ou no Google Groups podem criar um site para a comunidade. Tem um tutorial que ensina como transferir uma comunidade do Ning para lá.  Informática Educacional no Grouply

De qualquer forma, nada garante que esses serviços vão deixar de ser free mais adiante. Continuo pensando que o melhor mesmo é ter um domínio, contratar uma hospedagem para ter a garantia de que seu trabalho não vai evaporar mais dia, menos dia. Um bom recurso para criar uma rede social no seu domínio é o elgg.


 Se alguém tiver alguma outra dica e quiser compartilhar: é só deixar um comentário!


Atualização em 20/04/2010:

O comentário da minha amiga Tati me fez lembrar um outro detalhe importante: a idade mínima para a inscrição nesses recursos!

No SocialGO: 13 anos

No WackWall: 18 anos


 

 

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